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Reunião Conselho Municipal de Segurança de 10/12/10

Dezembro 13, 2010

Reunião do Conselho Municipal de Segurança

Foi lida a acta da sessão anterior com aprovação por todos os que estiveram presentes na reunião anterior.

Realizou-se no passado —- o Colóquio sobre Violência Doméstica, que contou com fraca participação.

A APAV informou no dito colóquio que existem muitas queixas no concelho de Alcanena, o que é preocupante.

Após algumas intervenções sobre não recepção de convocatórias por alguns dos presentes passou-se à apresentação do Dispositivo de Combate a Incêndios na época passada.

Apresentados os dados e o plano de actividades para 2011:

  • Promover a formação aos Vigias
  • Implementar campanhas de sensibilização
  • Executar POM 2011
  • Implementar o projecto do programa PRODER Acção 2.3.1
  • Promover o voluntariado jovem para a floresta
  • Executar o projecto “Estabilização de Emergência após Incêndio”

O senhor comandante do Posto da GNR de Alcanena apresentou estatística dos crimes cometidos no concelho e sua comparação com o ano anterior. Seguidamente foram dados alguns esclarecimentos sobre os números apresentados, tendo complementarmente o mesmo informado que o nosso posto perdeu um efectivo por este se ter reformado.

Interveio de seguida o senhor João representante dos ICA pedindo esclarecimento sobre a perspectiva de reposição de efectivos e das obras do novo posto da GNR.

A senhora Presidente informou que já está adjudicada a limpeza de matos na zona de Minde-Covão do Coelho e contactado pelo Estabelecimento Prisional de Torres Novas para apoio a limpeza de matos.

O Dr. Miguel Domingos levantou uma série de questões sobre a prevenção de cheias, a identificação de riscos químicos no concelho, o projecto de acolhimento em casos de violência doméstica, haver um plano de comunicação nas situações de apoio à vítima, em coisas simples como saber os números de emergência, etc.

O engenheiro Pedro Moisés chamou a atenção para o risco de aluimento de terras provocado pela limpeza das bermas de estrada e pela não rentabilização económica dos subprodutos da limpeza das matas. Realçou a importância de se encontrarem soluções para os aluimentos de terra que não comprometessem a segurança rodoviária. A engenheira Patricia Salamanqueiro esclareceu que os custos de transportes dificultavam a rentabilização económica dos resíduos.

O senhor prof. Frederico Nunes realçou a presença da Escola Segura, mas alertou para a diminuição das visitas.

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